Edição, Vol. 4, No 9 (2009)

Mª Júlia B. de Holanda

Resumo


Ao Leitor

Nessa Edição, Vol. 4, No 9 (2009) –A Presença da Filosofia no Fazer Humano-, trataremos no primeiro momento, sobre a valoração da vida a partir de um pequeno comentário a respeito da Arte, seu significado, sua contribuição e o prazer que ela proporciona para a vida do homem. Tornando possí­vel ao próprio homem um melhor entendimento de si mesmo.

Em seguida se apresenta uma breve análise sobre como os Estados capitalistas contemporãneos absorveram o ideal do progresso associado ao avanço tecnocientí­fico e para tal analise será usada a Teoria Critica da Escola de Frankfurt.

Também discutiremos questões a respeito da Autoformação do Homem Completo. Quem é o indiví­duo? E o que é a sociedade? Por que falamos? Em que consiste, fundamentalmente, a fala? As palavras são sinais? O que sinalizam as palavras? Ã?Ë? possí­vel demonstrar algo sem o uso de sinal? É possí­vel mostrar um sinal com outros sinais? Sozinhas, as palavras são sinais? Existem sinais que se signifiquem reciprocamente? Todos os nomes são vocábulos e todos os vocábulos são nomes? Em sí­ntese, qual a finalidade da palavra e qual sua relação com a realidade?

No campo da Polí­tica é apresentada uma análise do conceito polí­tico de fraternidade, no bojo das idéias revolucionárias que embasaram a construção do Estado moderno, esclarecendo que tal fraternidade expressa um valor sem o qual se perderiam de vista os valores expressos pelos direitos democráticos. E ao mesmo tempo, desvela o domí­nio humano no mundo do homem. A partir desta perspectiva veremos que no âmbito da Educação, esta poderá desempenhar um papel central na sociedade, no sentido de desenvolver a autonomia, permitindo que as pessoas tenham uma ação refletida pelos princí­pios que elas aceitariam na qualidade de indiví­duo racional, razoável, igual e livre. Em conseqüência, a educação capacita os cidadãos para um debate público. E por fim, abordaremos uma análise das apropriações e releituras realizadas pela corrente psicoterapêutica intitulada Terapia Existencial advindas das reflexões perpetradas pelo Existencialismo relativas aos fenômenos da morte e do morrer.

Esses são alguns dos textos que nosso leitor, encontrará nesta edição. Alguns entre vários outros que, esperamos, possam despertar em você igual prazer e interesse pelo nosso trabalho.

Façam desta leitura um grande momento de desenvolvimento concreto e potencializador, da subjetividade, da vontade e da –Presença Filosófica no Fazer Humano-.

Obrigada a todos os colaboradores que a RFC se vinculou neste perí­odo.

A Edição.

Palavras-chave


Estudo de Gêneros



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