Edição, Vol. 5, No 10 (2010)
Resumo
Aos Leitores,
A presente Edição “As Interveniências da Filosofia no Processo Acadêmico Científico!” vem tratar sobre alguns problemas pertinentes ao meio acadêmico científico.
Então seguem modestas informações de alguns artigos publicados: como a crítica de Popper a Hume e o problema da indução que informa que os problemas filosóficos não podem ser reduzidos ao princípio do “mal uso da linguagem”, mas radicam na ciência e que filosofia, portanto, não é atividade, mas teoria. Em outro artigo é analisada a teoria orteguiana dos valores ao qual o ser humano deve seguir sua vocação, mas isto não significa construir um caminho existencial à margem do mundo, pois uma vez lançado ao mundo, mesmo sem sua própria escolha, é neste mundo que ele pode construir sua saga existencial. Em seguida, é lançado um olhar para as contribuições da psicanálise à educação, sobretudo no que se refere especificamente ao papel desempenhado pelo professor em sala de aula.
No decurso da leitura é apresentada a política em Estlund e Habermas, e o quanto o processo de escolha na democracia é importante, para definir alguns problemas quanto às questões de autoridade e legitimidade. Em seguida, surge o conceito rawlsiano de razão pública prática restrita e o coerentismo concebido politicamente enquanto resultado de critérios públicos consensualmente estabelecidos.
Em outro momento é feito estudo a respeito da crítica arendtiana do conceito de trabalho em Karl Marx. E por fim, é travado um estudo sobre valor e direito a partir das contribuições de Max Scheler e Miguel Reale.
Deste modo, fica o convite para que todos possam ler refutar participar e continuar sempre com suas colaborações científicas e imensamente valorativas.
Boa leitura,
A Edição.
A presente Edição “As Interveniências da Filosofia no Processo Acadêmico Científico!” vem tratar sobre alguns problemas pertinentes ao meio acadêmico científico.
Então seguem modestas informações de alguns artigos publicados: como a crítica de Popper a Hume e o problema da indução que informa que os problemas filosóficos não podem ser reduzidos ao princípio do “mal uso da linguagem”, mas radicam na ciência e que filosofia, portanto, não é atividade, mas teoria. Em outro artigo é analisada a teoria orteguiana dos valores ao qual o ser humano deve seguir sua vocação, mas isto não significa construir um caminho existencial à margem do mundo, pois uma vez lançado ao mundo, mesmo sem sua própria escolha, é neste mundo que ele pode construir sua saga existencial. Em seguida, é lançado um olhar para as contribuições da psicanálise à educação, sobretudo no que se refere especificamente ao papel desempenhado pelo professor em sala de aula.
No decurso da leitura é apresentada a política em Estlund e Habermas, e o quanto o processo de escolha na democracia é importante, para definir alguns problemas quanto às questões de autoridade e legitimidade. Em seguida, surge o conceito rawlsiano de razão pública prática restrita e o coerentismo concebido politicamente enquanto resultado de critérios públicos consensualmente estabelecidos.
Em outro momento é feito estudo a respeito da crítica arendtiana do conceito de trabalho em Karl Marx. E por fim, é travado um estudo sobre valor e direito a partir das contribuições de Max Scheler e Miguel Reale.
Deste modo, fica o convite para que todos possam ler refutar participar e continuar sempre com suas colaborações científicas e imensamente valorativas.
Boa leitura,
A Edição.


