Carí­ssimos Leitores,

Mª Júlia B. de Holanda

Resumo


Antes de tudo, é importante informar a todos que o número de acessos e colaboradores da Revista vem aumentando consideravelmente. Segundo as estatí­sticas, na última edição atingiu-se 2.182 acessos, e cerca de 7.000 páginas visitadas, uma média de 30 visitas diárias.

Nos últimos tempos pode se perceber grandes transformações cientí­ficas, tecnológicas, econômicas e sociais, tendo assim, os historiadores destinado um capí­tulo especial para o fabuloso gênero humano: a mulher. E esta vem a cada dia, despertando para a busca de seus direitos e resgate de valores subjacentes.

O fato é que, consciente, e/ou inconscientemente, a mulher deu a luz a maior revolução das últimas décadas levando as lideranças mundiais a descobrirem o riquí­ssimo potencial que mais agrega valor para a mulher contemporãnea: a praticidade.

Nesta edição se fará uma abordagem sobre as mudanças ocorridas no campo das sexualidades como conseqüência do movimento feminista nos últimos 50 anos, a riqueza dessa reflexão além da questão de gênero, é que ela traz em si o paradoxo existente na noção de feminino – singular. Problema que se manifesta por meio do encontro entre a categoria histórica da mulher-sujeito e sua identidade subjetiva com o movimento de descontrução. Vale lembrar que a partir de tal perspectiva a mulher não se encontrar mais em um território totalmente ancorado na ââ?¬Ë?dominação masculinaââ?¬â?¢, nem tampouco em um terreno caracterizado pela total ââ?¬Ë?indiferençaââ?¬â?¢. Pois uma nova possibilidade de diferenciação se anuncia e com ela um novo esboço do feminino.

Além desta abordagem, será demonstrado os benefí­cios que o ensino de Filosofia para jovens pode ofertar na formação cultural destes, concedendo-lhes instrumentos para que venham a desenvolver uma postura crí­tica perante a realidade e a ordem social vigente. Também serão tratadas algumas possibilidades da aplicação do uso da arte em sala de aula a partir da marcenaria e da colagem. Como também uma breve análise do poema "Nudez" de Carlos Drummond de Andrade.

Mais um ano iniciará, e como sempre acontece com todos, renovam-se as esperanças, as promessas, os desejos, os ví­nculos, os amores... Pois é tempo de renovação! Mas, esperem um pouco! É importante esclarecer que é sempre tempo de renovação, para tanto, o ato de renovar depende exclusivamente de cada um. Então, sugiro que todos guardem em seus corações o espí­rito renovador, para que ele se faça presente em todos os dias deste ano de 2008!

É este o mapa editorial desta edição que adentra o ano de 2008, cheio de possibilidades e de grandes expectativas para todos. E como sempre sugiro, é importante que se guarde no coração a esperança de um despertar consciente, autônomo e renovadamente humano, para que sejamos todos seres potencialmente participativos!

Boa leitura!

Júlia de Holanda



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