COMO NARRAR O QUE SE PASSA NA INTERIORIDADE? OU KIERKEGAARD E O PROBLEMA DA COMUNICAÇÃO INDIRETA

Gabriel Guedes Rossatti

Resumo


Argumentarei neste artigo que na obra de Sí¸ren Kierkegaard (1813-1855) a ética, compreendida sob o tema da constituição de si enquanto indiví­duo, não pode ser dissociada da estética, uma vez que sua proposta de reintrodução das tarefas relacionadas à existência pressupunha a descoberta de uma linguagem ideal adequada à tal tarefa. Neste sentido, portanto, argumento que Kierkegaard veio a vislumbrar uma teoria da linguagem ou da comunicação a qual tinha como caracterí­stica fundamental a manutenção dos elementos patológicos da existência, no que se caracterizava como uma outra proposta de conhecimento. Este artigo visa, portanto, o desenvolvimento da comunicação indireta no decorrer da produção kierkegaardiana.

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