UMA REFLEXÃO SOBRE O TDAH E O USO DE MEDICALIZAÇÃO

Daniele Conceição da Silva, Mª Julia B. de Holanda, Aline Novaes Ximenes

Resumo


Sabemos que há um processo crescente de medicação na vida cotidiana do aluno com TDAH. O olhar reducionista sobre o diagnóstico e o uso da ritalina, e outros medicamentos, especificamente no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), como forma de sanar problemas de ensino-aprendizagem. Intenta-se abordar que o uso da medicação seja ela qual for não é garantia de se evitar o fracasso escolar. Os alunos que necessitam da intervenção medicamentosa estão inseridos nas salas de aula de todo o país. A postura adotada por profissionais da educação e toda comunidade escolar é de extrema importância, pois é fundamental propor novas ações, além de discutir com a família e especialistas todas as intervenções pedagógicas necessárias para o processo de aprendizagem. Assunto como a indisciplina também merece nossa atenção em virtude das muitas interpretações e que essa é uma das principais queixas de professores no cotidiano escolar. Assim, a reflexão realizada por meio desse trabalho sugere que a medicalização vem sendo utilizada de forma reducionista e milagrosa como resposta a todas as questões voltadas ao comportamento impulsivo e ao mau desempenho na vida escolar do aluno com TDAH.

Palavras-chave


TDAH; Prática pedagógica; Medicalização.

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