CABE À FILOSOFIA A ATUAÇÃO CLíNICA?

Simone Villas Ferreira

Resumo


O presente artigo pretende questionar se à filosofia cabe a atuação clí­nica, ou seja, pretendemos avaliar se a –filosofia clí­nica- tem autonomia argumentativa suficiente para o seu exercí­cio. Defendemos a aplicação da filosofia em todos os seguimentos, como um instrumento que valida à estrutura lógica sobre quaisquer assuntos que ela irá abordar; defendemos, portanto, sua acessibilidade. Tal acessibilidade pode resultar num efeito –terapêutico-, isto é, de tratamento, via apresentação de idéias (des)construtivas que irão ao encontro dos anseios existenciais de quem quer a que busque, porém ser –terapêutico- não habilita a filosofia a atuação clí­nica, dada a diferença de especificidade conceitual e de atuação profissional.

Palavras-Chave: Filosofia Clí­nica – Terapêutico – Clí­nica – Epistemologia – Acessibilidade

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