DISCUSSÕES ONTO-EPISTEMOLÓGICAS NO MAGISTRO DE AGOSTINHO DE HIPONA.

Érika Felipe de Albuquerque

Resumo


Agostinho, em diálogo com Adeodato, elabora um discurso referente à linguagem no seu De Magistro. Especificando uma dialética ascendente da linguagem cuja função fundante é elevar o homem até Deus. Partindo da análise da finalidade da linguagem, constrói uma elucubração teo-filosófica sobre a função da mesma. Construindo magistralmente uma reflexão recheada de elementos sobre os Universais, posto que a querela enfrentada se desenrola ante a apreensão humana do conhecimento e os fins ao qual ele remete, tendo como ponto de partida e chegada o papel do Mestre e os elementos constitutivos com que investiga o processo de apreensão do conhecimento, vislumbrando a função do discurso ou da linguagem. Em linhas gerais, ousamos reconstruir a agoní­stica agostianiana a respeito da linguagem, explorando os aspectos onto-epistemológico que balizam o De Magistro.

Palavras-chave


Agostinho; De Magistro; linguagem; realismo moderado, dialética ascendente

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